Marcelo Pacheco é morador de Belford Roxo há mais de 50 anos, trabalhador e graduando em Enfermagem. Ao longo da vida, exerceu diferentes profissões, entre elas a de motorista de ônibus, experiência que o aproximou da realidade dos trabalhadores e das desigualdades vividas na Baixada Fluminense. Agora, é candidato a deputado federal para representar a região, defender a enfermagem, fortalecer a assistência social e ampliar oportunidades por meio da educação.

Quem é Marcelo Pacheco e por que você é candidato nas eleições de 2026?

Sou Marcelo Pacheco, morador de Belford Roxo e graduando em Enfermagem. Estou candidato a deputado federal porque quero representar a enfermagem, Belford Roxo e toda a Baixada Fluminense.

Quero levar para a Câmara dos Deputados a voz de uma região que precisa de mais representação e de mais atenção do poder público.

Conte um pouco da sua trajetória pessoal e profissional antes da política. O que nela explica por que você decidiu ser candidato agora?

Já trabalhei em muitas áreas ao longo da minha vida. Entre elas, fui motorista de ônibus e passei por diversas empresas do setor.

Durante essa trajetória, presenciei muitas situações que considerei injustas. Chegou um momento em que entendi que não adiantava apenas enxergar os problemas de fora. Era preciso arregaçar as mangas e tentar fazer parte da mudança.

Foi essa experiência como trabalhador e como morador da Baixada Fluminense que me motivou a entrar na política e colocar meu nome à disposição.

Qual foi o maior desafio que você já enfrentou e como essa experiência vai influenciar seu trabalho como parlamentar?

Foram muitos desafios ao longo da minha vida, por isso é difícil apontar apenas um. Mas todos eles me mostraram o quanto algumas pessoas, categorias e regiões ainda têm pouca representação.

Se eu chegar à Câmara dos Deputados, quero trabalhar por leis que defendam principalmente quem tem menos voz.

Quero representar a população da Baixada Fluminense e também a enfermagem, área em que estou me formando e que ainda enfrenta muitas carências e precisa de mais valorização.

Quais serão as três prioridades do seu mandato?

A primeira prioridade será a Baixada Fluminense. Quero trabalhar pelas demandas de uma região onde vivo há décadas e cuja realidade conheço de perto.

A segunda será a enfermagem. Como graduando na área, conheço a importância da categoria e quero contribuir para sua valorização e para melhores condições de trabalho.

A terceira prioridade será a assistência social, fortalecendo políticas para quem mais precisa do apoio do poder público.

Na sua visão, qual é hoje o maior desafio do Rio de Janeiro e qual é a sua proposta prática para enfrentá-lo?

Um dos maiores desafios é a desigualdade de renda. Ainda temos uma distribuição muito desigual e muitas pessoas não conseguem acessar oportunidades para melhorar de vida.

Acredito que a educação é um dos principais caminhos para mudar essa realidade. Eu mesmo decidi entrar em uma faculdade em uma fase mais avançada da vida porque acredito que nunca é tarde para buscar conhecimento e novas oportunidades.

Precisamos ampliar o acesso à educação e à formação para que mais pessoas possam se qualificar, aumentar sua renda e transformar suas próprias vidas.

Como você pretende manter um diálogo direto e transparente com a população ao longo de todo o mandato e não apenas no período eleitoral?

Sempre fui muito presente onde moro. Vivo no centro de Belford Roxo, conheço muitas pessoas e converso diariamente com moradores, amigos e trabalhadores da região.

Acredito que a melhor forma de manter esse diálogo é pessoalmente, estando perto das pessoas, ouvindo suas reivindicações e conhecendo aquilo que elas realmente precisam.

Quero continuar assim durante todo o mandato: presente, acessível e próximo da população.

Por que o eleitor deve confiar o voto em você em 2026 e o que pode esperar da sua atuação no dia a dia?

O eleitor pode confiar o voto em uma pessoa de família, trabalhadora desde sempre e moradora de Belford Roxo há mais de 50 anos.

Conheço a realidade da Baixada Fluminense porque vivo nela diariamente. Quero continuar presente para ouvir, receber reivindicações e representar essas demandas na Câmara dos Deputados.

Se for eleito, continuarei sendo próximo das pessoas, mas agora com a responsabilidade de transformar aquilo que escuto nas ruas em trabalho parlamentar e representação política.