Marcelo Freixo é professor e construiu uma longa trajetória na vida pública. Nascido em São Gonçalo e criado em Niterói, atuou como deputado estadual e federal e teve sua atuação marcada pelo debate sobre segurança pública e pelo enfrentamento ao crime organizado. Agora, é candidato a deputado federal com prioridades voltadas à segurança, à valorização da educação e à construção de um modelo de desenvolvimento capaz de gerar emprego e renda.

Quem é Marcelo Freixo e por que você é candidato nas eleições de 2026?

Sou Marcelo Freixo, fui professor durante 20 anos, nasci em São Gonçalo e fui criado em Niterói. Já disputei muitas eleições, com vitórias e derrotas, e construí uma vida pública muito marcada pelo enfrentamento ao crime organizado.

Hoje, acredito que é fundamental estar no Congresso Nacional defendendo a educação, o Rio de Janeiro e, principalmente, tendo coragem para enfrentar um dos problemas mais graves do nosso estado: a presença do crime organizado.

Você tem uma trajetória extensa em direitos humanos e segurança pública. Como essa experiência molda as prioridades que pretende levar para este mandato?

Presidi três CPIs muito importantes: a CPI das Milícias, a CPI do Tráfico de Armas e Munições e a CPI da Violência Policial. Foram experiências que mudaram profundamente minha trajetória e a forma como passei a compreender os desafios do Rio de Janeiro.

Na minha avaliação, hoje existe uma relação muito preocupante entre crime organizado e política no estado. Não conseguiremos mudar o Rio sem enfrentar essa questão.

É por isso que considero tão importante estar no Congresso Nacional, participando da construção de políticas de segurança capazes de enfrentar as organizações criminosas e fortalecer as instituições.

Depois de diferentes experiências na vida pública, qual foi o desafio mais determinante da sua trajetória e como ele vai influenciar seu trabalho em Brasília?

O maior desafio da minha vida pública sempre foi enfrentar o crime organizado. Esse tema também atravessou minha história pessoal, porque perdi meu irmão, assassinado por uma milícia.

Mesmo diante disso, escolhi enfrentar esse problema dentro e fora do Parlamento. A segurança é hoje uma questão fundamental, porque precisamos estar vivos e ter liberdade para exercer todos os outros direitos, como educação, saúde, trabalho e o direito de ir e vir.

Esse não é apenas um problema do Rio de Janeiro. É uma questão nacional e acredito que a política precisa apresentar respostas concretas para que a população possa viver com mais tranquilidade.

Quais serão as três prioridades do seu mandato?

O enfrentamento ao crime organizado continuará sendo uma prioridade. É uma pauta que marcou minha trajetória e que considero decisiva para o futuro do Rio de Janeiro.

A segunda prioridade será a educação. Venho da escola, fui professor durante 20 anos e acredito que não existe possibilidade de construir uma sociedade diferente sem valorizar os professores e a educação pública.

Também quero contribuir para um novo modelo de desenvolvimento. Minha experiência com o turismo reforçou minha convicção de que esse setor pode gerar emprego e renda de maneira inclusiva e sustentável, aproveitando melhor todo o potencial que o Brasil e o Rio de Janeiro possuem.

Na sua visão, qual é hoje o maior desafio do Rio de Janeiro e qual é a sua proposta prática para enfrentá-lo?

O maior desafio é separar o crime organizado da política. Na minha avaliação, essa relação ganhou uma dimensão muito grave com as milícias e hoje também envolve outras organizações criminosas.

Já discutíamos esse problema na CPI das Milícias, em 2008, e ele continua sendo central. Precisamos impedir que organizações criminosas transformem sua influência econômica e territorial em poder político.

Por isso, considero fundamental que o Congresso Nacional construa propostas efetivas de segurança pública e que o Estado recupere territórios hoje submetidos ao domínio de grupos criminosos.

Como você pretende manter um diálogo direto e transparente com a população ao longo de todo o mandato e não apenas no período eleitoral?

A política precisa produzir diálogo e capacidade de construir acordos. Sempre procurei atuar dessa maneira durante meus mandatos como deputado estadual e federal.

Mesmo quando exerci o papel de oposição, busquei manter capacidade de diálogo com diferentes setores do Congresso. Isso é fundamental porque a política precisa ser o espaço onde os problemas da sociedade possam ser enfrentados e onde soluções possam ser construídas.

Quero manter essa disposição: firmeza nas posições, mas também capacidade de conversar e construir caminhos que produzam resultados para a população.

Por que o eleitor deve confiar o voto em você em 2026 e o que pode esperar da sua atuação no dia a dia?

Estou há 20 anos na vida pública e acredito que minha trajetória permite que as pessoas conheçam aquilo que defendo e a maneira como atuo.

Minha vida política foi marcada pelo enfrentamento ao crime organizado, pela coragem para assumir posições difíceis e também pela capacidade de diálogo.

Quero levar essa experiência novamente para o Congresso Nacional, defendendo o Rio de Janeiro, a educação e políticas capazes de melhorar concretamente a vida da população.

Vote Marcelo Freixo, candidato a deputado federal 1331. Coragem pelo Rio.