Verônica construiu sua trajetória a partir da militância política, do movimento estudantil e da atuação junto às políticas públicas. Sua caminhada está ligada à defesa dos trabalhadores, à participação popular e à busca por transformações sociais e econômicas. Agora, leva para a disputa eleitoral pautas como desenvolvimento, cultura e economia criativa, geração de empregos, democracia e segurança pública.
Quem é Verônica e por que você é candidata nas eleições de 2026?
Sou uma militante que construiu sua trajetória junto aos trabalhadores e à luta por transformações sociais, políticas e econômicas no Brasil.
Minha decisão de participar da política vem justamente desse compromisso. Acredito que a política precisa ser um instrumento para transformar a vida das pessoas e garantir que a população participe das decisões que afetam seu cotidiano.
Conte um pouco da sua trajetória pessoal, profissional e política.
Minha trajetória começou ainda no movimento estudantil. Participei de grêmio e, ao longo dos anos, fui ampliando minha atuação política e partidária.
Também tive experiências na gestão pública e participei da construção de políticas voltadas à população que mais precisa do Estado. Essa caminhada me permitiu conhecer de perto diferentes realidades e entender a importância de construir políticas públicas que cheguem às famílias.
Quais serão as prioridades do seu mandato?
Uma das prioridades será recuperar a capacidade de desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro, gerando emprego de qualidade e novas oportunidades para a população.
A cultura e a economia criativa têm um papel importante nesse processo. O Rio possui uma enorme capacidade de gerar trabalho e renda por meio dessas áreas e precisamos aproveitar melhor esse potencial.
Também quero defender a recuperação da indústria naval e contribuir para a defesa e o fortalecimento da democracia. São pautas que se conectam porque precisamos de desenvolvimento econômico, trabalho e instituições democráticas fortes.
Na sua visão, qual é hoje um dos maiores desafios do Rio de Janeiro e qual é a sua proposta para enfrentá-lo?
Precisamos enfrentar ao mesmo tempo a crise econômica e o problema da segurança pública. A população, principalmente nos territórios periféricos, precisa recuperar o direito de viver com liberdade e ter acesso efetivo às políticas públicas.
A segurança precisa ser pensada como uma política pública capaz de devolver esses territórios à população e garantir que o Estado esteja presente com direitos, serviços e oportunidades.
Como você pretende manter um diálogo direto e transparente com a população ao longo de todo o mandato?
Quero continuar fazendo da política um instrumento para melhorar a vida das pessoas. E isso exige participação popular durante todo o mandato.
É preciso construir mecanismos permanentes para ouvir a população, valorizar suas opiniões e garantir que as decisões políticas também sejam construídas a partir das necessidades reais de quem vive no Rio de Janeiro.
Por que o eleitor deve confiar o voto em você em 2026 e o que pode esperar da sua atuação no dia a dia?
Quem acompanhar meu mandato pode esperar uma atuação combativa na defesa da democracia, comprometida com a construção de boas leis e com a organização e participação popular.
Quero levar para o Parlamento a trajetória que construí até aqui e manter meu compromisso com a população do Rio de Janeiro, defendendo os direitos das pessoas e utilizando a política para produzir mudanças concretas em suas vidas.




