Diego Quaquá construiu sua trajetória política em Maricá, onde foi vice-prefeito e secretário de Economia Solidária, com atuação em políticas como a moeda social e iniciativas de geração de renda. Também passou pela Prefeitura do Rio e atualmente preside o PT do Rio de Janeiro. Agora, é candidato a deputado federal e pretende levar para Brasília propostas voltadas ao desenvolvimento econômico, às favelas, à economia solidária e à valorização de trabalhadores como pescadores, agricultores e motoboys.
Quem é Diego Quaquá e por que você é candidato nas eleições de 2026?
Sou Diego Quaquá. Fui secretário de Economia Solidária de Maricá, onde participei da gestão da moeda social e de outras políticas públicas da cidade. Também fui vice-prefeito e ajudei na construção de iniciativas como o transporte gratuito e o Passaporte Universitário.
Depois, fui secretário na Prefeitura do Rio de Janeiro, nas áreas de Economia Solidária e Habitação, com a proposta de levar parte dessa experiência para a capital. Hoje sou presidente estadual do PT e quero ser deputado federal para representar as favelas e contribuir para que políticas que deram resultado em Maricá possam inspirar ações em outras partes do estado.
Você começou cedo na vida pública e já passou pela gestão de Maricá e da cidade do Rio. Como essa trajetória te preparou para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados?
Sou militante do Partido dos Trabalhadores desde muito jovem. Participei da juventude do PT em Maricá, fui presidente municipal do partido e hoje sou presidente estadual. Também fui vice-prefeito e secretário.
Essas experiências me permitiram conhecer tanto a organização política quanto a gestão pública. Quero levar esse aprendizado para Brasília e trabalhar para ampliar políticas de desenvolvimento e geração de oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.
Em Maricá, você atuou na Economia Solidária e em iniciativas ligadas a cooperativas, geração de renda, agricultura e pesca. O que desse trabalho você pretende transformar em política para todo o estado e para o país?
O Rio de Janeiro precisa muito de investimento, geração de renda e emprego. Em Maricá, trabalhamos para criar oportunidades para o empreendedorismo e estimular cooperativas. Também desenvolvemos ações com pescadores, agricultores e motoboys.
Levei parte dessa experiência para a cidade do Rio e quero agora ampliá-la por meio de um mandato de deputado federal. Precisamos fortalecer uma economia que gere renda para as pessoas e para as famílias e, ao mesmo tempo, preparar o estado para pensar seu desenvolvimento no período pós-petróleo.
Você também foi vice-prefeito de Maricá e hoje preside o PT do Rio de Janeiro. O que essas experiências te ensinaram sobre os diferentes desafios dos municípios fluminenses?
Acredito muito na política feita olho no olho, com o pé no chão. É preciso andar pelas favelas, comunidades, bairros e cidades para compreender as diferentes realidades do estado.
Tenho percorrido o interior e diferentes regiões do Rio de Janeiro. Quero ser deputado federal para contribuir com políticas de desenvolvimento econômico, geração de renda e emprego que considerem as necessidades específicas de cada território.
Quais serão as prioridades do seu mandato como deputado federal?
Uma prioridade serão as favelas. Precisamos deixar de olhar esses territórios apenas pelo ponto de vista da violência e reconhecer toda a potência que existe neles, no empreendedorismo, na cultura, no esporte e na capacidade de organização das pessoas.
Também quero atuar ao lado de categorias que movimentam a economia do estado, como motoboys, agricultores, pescadores e taxistas. Precisamos fortalecer a agricultura familiar, a pesca artesanal e as novas formas de trabalho ligadas aos aplicativos.
Quero que essas pessoas encontrem em Brasília uma representação que lute pela geração de renda, pelo trabalho e pelo desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro.
Que marca você quer construir como Diego Quaquá e o que o eleitor pode esperar da sua atuação como deputado federal?
Quero levar para Brasília a experiência que construí e acompanhei em Maricá, com políticas públicas voltadas às pessoas, ao bem-estar social e ao desenvolvimento econômico.
Quero representar Maricá, as favelas e todo o estado do Rio de Janeiro, defendendo políticas de geração de emprego e renda e iniciativas como a economia solidária e as moedas sociais.
Minha proposta é estar no Congresso criando leis e defendendo os trabalhadores para ajudar o Rio de Janeiro a se desenvolver, gerar oportunidades e melhorar a qualidade de vida da população.




