Dimas Gadelha é médico, nordestino e nasceu no sertão da Paraíba. Sua trajetória profissional começou nos serviços de saúde e avançou para a gestão pública, onde atuou como chefe de plantão, diretor, coordenador, subsecretário e secretário de Saúde. Foi nessa experiência que percebeu que cuidar da população exige mais do que atendimento médico: exige políticas públicas. Agora, é candidato a deputado federal para continuar trabalhando por saúde, mobilidade, segurança pública e mais oportunidades para a população do Rio de Janeiro.

Quem é Dimas Gadelha e por que você é candidato nas eleições de 2026?

Sou um nordestino que saiu do sertão da Paraíba com o sonho de ser médico. Me formei em Medicina ainda muito jovem e comecei a trabalhar nos serviços de saúde.

Foi ali que percebi que saúde pública não se faz apenas com uma receita médica. Para mudar de verdade a vida das pessoas, precisamos também de políticas públicas. Foi essa percepção que me levou para a política e que hoje me faz colocar novamente o meu nome à disposição como candidato a deputado federal.

Conte um pouco da sua trajetória pessoal e profissional antes da política. O que nela explica por que você decidiu ser candidato?

Como médico, trabalhei em vários serviços de saúde e sempre tive uma postura muito ativa dentro das unidades por onde passei. Com o tempo, fui assumindo novas responsabilidades. Fui chefe de plantão, diretor, coordenador da saúde, subsecretário e secretário de Saúde.

Como secretário, tive a oportunidade de construir e entregar diversos equipamentos públicos para a população de São Gonçalo. Foi nessa experiência que percebi a dimensão do que a política pode fazer.

Como médico, eu conseguia cuidar de uma pessoa de cada vez. Na gestão pública e na política, percebi que era possível criar ações capazes de chegar a milhares de pessoas. Foi isso que me levou a dar o passo de me candidatar a deputado federal.

Qual foi o maior desafio que você já enfrentou na sua área de atuação e como essa experiência vai influenciar seu trabalho como parlamentar?

Um dos maiores desafios que enfrentei e continuo enfrentando são as fake news, principalmente na área da saúde. Infelizmente, informações falsas podem fazer com que as pessoas tomem decisões que colocam a própria saúde e a saúde coletiva em risco.

Um exemplo são as campanhas contra a vacinação. Com a queda da cobertura vacinal, doenças que já estavam controladas voltaram a aparecer.

Essa experiência mostra como precisamos defender políticas públicas baseadas em informação de qualidade, ciência e responsabilidade. Esse também será um compromisso do meu trabalho parlamentar.

Quais serão as prioridades do seu mandato?

Uma das principais prioridades será trabalhar para que a Tarifa Zero se torne uma política nacional. O presidente Lula já manifestou interesse no tema, faço parte da Frente Parlamentar da Tarifa Zero e coordeno essa frente no estado do Rio de Janeiro. Vamos trabalhar para que o transporte público gratuito possa se tornar realidade para mais brasileiros.

Outra prioridade será continuar o debate do projeto que apresentei em Brasília, o Royalties Solidários. A proposta busca distribuir os recursos dos royalties de maneira mais equilibrada entre as cidades, evitando que o dinheiro fique concentrado em poucos municípios enquanto outros não possuem recursos suficientes para oferecer bons serviços à população.

Também quero fortalecer políticas públicas voltadas para quem mais precisa, especialmente mães solo, crianças atípicas, trabalhadores e a população em situação de maior vulnerabilidade. O objetivo é transformar essas demandas em políticas públicas efetivas.

Na sua visão, qual é hoje o maior desafio do Rio de Janeiro e qual é a sua proposta prática para enfrentá-lo?

Sem sombra de dúvida, um dos maiores desafios do Rio de Janeiro é a segurança pública. Para enfrentá-lo, precisamos investir na polícia, em inteligência, estrutura e capacitação dos profissionais, mas isso não é suficiente.

Também precisamos investir no campo social, principalmente nas áreas mais afetadas pela violência. Muitas vezes, as comunidades que enfrentam os maiores índices de violência são também aquelas que não têm saneamento básico, saúde, creches, escolas, quadras esportivas ou equipamentos culturais.

Precisamos entrar nesses territórios com políticas públicas e criar mais oportunidades para os nossos jovens. Segurança pública também se constrói garantindo direitos e perspectivas para a população.

Como você pretende manter um diálogo direto e transparente com a população ao longo de todo o mandato?

Nosso mandato já tem como marca o gabinete itinerante. Estamos constantemente nas ruas, dentro dos bairros, levando nossa equipe para ouvir diretamente as demandas da população.

Esse trabalho acontece durante vários dias da semana e quero fortalecê-lo ainda mais, ampliando essa presença para todo o estado do Rio de Janeiro.

Um mandato precisa estar onde as pessoas estão. Por isso, quero continuar levando o gabinete para perto da população, ouvindo as necessidades de cada território e transformando essas demandas em trabalho parlamentar.

Por que o eleitor deve confiar o voto em você em 2026 e o que pode esperar da sua atuação no dia a dia?

O eleitor pode esperar que vamos continuar trabalhando com muita disposição em Brasília para transformar em políticas públicas as pautas que defendemos.

Tenho um trabalho muito forte voltado para mães solo, crianças atípicas, trabalhadores e para a população que mais precisa. Quero continuar lutando para que essas pessoas tenham seus direitos garantidos e tenham mais oportunidades.

Também quero trabalhar para combater a violência, investir em segurança pública e construir dias melhores para o estado do Rio de Janeiro.

Sou Dimas Gadelha, médico, nordestino, flamenguista e pai da Maria Helena. Peço o seu voto para continuar essa luta em Brasília e fazer ainda mais pelo povo do Rio de Janeiro.

Dimas Gadelha, deputado federal, 1301.