MARCIA TIBURI, CANDIDATA AO GOVERNO DO RIO

O Cafézinho – A filósofa e escritora Marcia Tiburi, num gesto de rara coragem política, filiou-se ao PT e aceitou o desafio de ser candidata ao governo do Rio.

Desde antes de sua decisão, Tiburi já vinha sendo atacada por haters e bolsominions, em função de suas posições progressistas, feministas e revolucionárias.
Ela conta que chegou a andar com seguranças, devido às constantes ameaças de morte que sofreu, sobretudo após o episódio em que se recusou a participar de um debate com Kim Katiguiri, membro do MBL.

O Cafezinho, que é do Rio, deseja muito sucesso à sua campanha.

Abaixo, uma biografia profissional da candidata, enviada por um amigo em comum, para os haters/bolsominions entenderem com quem estão lidando.

A professora Marcia Tiburi é graduada em filosofia e em artes. Tornou-se mestre (com 23 anos) e doutora em filosofia na UFRGS, em 1999 (então com apenas 29 anos). Concluiu, ainda, o pós-doutorado na UNICAMP. Foi a primeira mulher a lecionar filosofia nas instituições de ensino superior UNISINOS e UNILASSALE. Deu aulas em várias instituições de ensino superior, nos estados de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, inclusive na UNIRIO, onde foi aprovada em primeiro lugar em concorrido concurso público.

Publicou diversos livros de filosofia, entre eles As Mulheres e a Filosofia (Ed. Unisinos, 2002), Filosofia Cinza – a melancolia e o corpo nas dobras da escrita (Escritos, 2004); Metaformoses do Conceito: ética e dialética negativa em Theodor Adorno (Ed. UFRGS, 2005, vencedor do prêmio Açoarianos de melhor ensaio), Mulheres, Filosofia ou Coisas do Gênero (EDUNISC, 2008), Filosofia em Comum (Ed. Record, 2008), Filosofia Brincante (Record, 2010, indicado ao prêmio Jabuti), Olho de Vidro: a televisão e o estado de exceção da imagem (Record 2011, indicado ao premio Jabuti), Filosofia Pop (Ed. Bregantini, 2011), Sociedade Fissurada (Record, 2013), Filosofia Prática, ética, vida cotidiana, vida virtual (Record, 2014). Publicou também romances: Magnólia (2005, indicado ao Jabuti), A Mulher de Costas (2006), O Manto (2009), Era meu esse Rosto (Record, 2012, indicado aos prêmios Jabuti e ao Portugal Telecom) e Uma fuga perfeita é sem volta (Record, 2016, indicado ao prêmio Rio de literatura). É autora ainda dos livros Diálogo/desenho (2010), Diálogo/dança (2011), Diálogo/Fotografia (2011), Diálogo/Cinema (2013) e Diálogo/Educação (2014), todos publicados pela editora SENAC-SP.

Em 2015 publicou o best seller Como Conversar com um fascista – Reflexões sobre o Cotidiano Autoritário Brasileiro (Record, indicado ao prêmio APCA). No ano de 2017 publicou Ridículo político – Uma investigação sobre o risível, a manipulação da imagem e o esteticamente correto (Record). Neste ano, publicou Feminismo em comum (Rosa dos Tempos, 2018). A professora Marcia Tiburi escreveu também vários ensaios publicados em diversas revistas especializadas no Brasil e no exterior”.

Veja também:

Jornal NexoPor que o PT escolheu Márcia Tiburi para disputar o governo do Rio

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